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Morre a atriz Lynn Redgrave, aos 67 anos, por causa de câncer
Ela é irmã mais nova da atriz Vanessa Redgrave e concorreu a Oscar.
Mais recentemente, apareceu em séries como ‘Ugly Betty’ e ‘Law & Order’
Do G1, com informações da AP
Vanessa (esquerda) e Lynn Redgrave na festaanual de um prêmio para teatro em Nova York
(Foto: AP/Tina Fineberg / Arquivo)
A atriz Lynn Redgrave, de 67 anos, morreu em sua casa, no estado americano de Connecticut, na noite de domingo (2). Irmã mais nova da também atriz Vanessa Redgrave, ela foi indicada ao Oscar por “Georgy girl” e “Deuses e monstros”, além de atuar no teatro. Mais recentemente, ela apareceu em séries de TV americana como “Ugly Betty”, “Law & Order” e “Desperate housewives”.
Seus filhos e amigos, segundo comunicado divulgado, estavam com ela.
“Nossa querida mãe Lynn Rachel morreu em paz após uma jornada de sete anos contra o câncer de mama”, informou o comunicado divulgado nesta segunda: “Ela viveu, amou e trabalhou mais duro que nunca. As memórias sem fim que ela criou como mãe, avó, escritora, atriz e amiga irão nos sustentar pelo resto de nossas vidas. Nossa família inteira pede por privacidade para passar por esse momento difícil”.
Sua morte acontece um ano após a morte de sua sobrinha Natasha Richardson, por causa de um acidente de esqui, e um mês após a morte de seu irmão mais velho, Corin Redgrave
Para dar mais Medo: Filme ‘O chamado 3′ em 3 D
Nova sequência da série de horror deve acrescentar clima teen à franquia.
Roteirista será David Loucka, de thriller inédito com o ator Daniel Craig
Da Reuters
A atriz Naomi Watts em cena de ‘O chamado’: terceiraparte do filme será em 3D. (Foto: Divulgação)
O terceiro episódio da franquia de horror “O chamado” será lançado em 3D pelos estúdios Paramount.
Baseado em um filme originalmente criado no Japão, o terror conta a história de uma fita de vídeo VHS que amaldiçoa quem a assiste – o espectador morre sete dias após ver o conteúdo da mídia.
O primeiro “O chamado” em versão hollywoodiana chegou aos cinemas em 2002, com a atriz Naomi Watts (de “21 gramas) no papel principal e direção de Gore Verbinski (de “Piratas do Caribe”). Uma sequência foi lançada em 2005.
O roteiro da terceira parte vem sendo mantido sob sigilo, mas acredita-se que ele terá um viés mais adolescente, a fim de renovar o público da série. Não foi divulgado o nome do diretor do filme. O roteirista será David Loucka (do inédito thriller “Dream house”, com Daniel Craig e Rachel Weisz). Não há previsão de estreia para o longa.
G1
Crítica: Alice no País das Maravilhas
Ricardo Calil, colunista do iG | 22/04/2010 17:53
Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, lembra um desfile de moda (ou melhor, lembra um desfile para quem, como eu, não entende a fundo de moda). Um espetáculo agradável aos olhos, mas frio, mecânico, artificial como os passos dos modelos. Uma sucessão de figuras exóticas com roupas idem, mas que não interagem para formar uma narrativa.
Um dos grandes diretores do cinema contemporâneo, Burton tem essa limitação recorrente na parte mais frágil de sua obra, em trabalhos como A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça e Planeta dos Macacos. Existe um esforço tão grande para criar um visual arrebatador, para conceber personagens originais, que parece sobrar pouca energia para construir uma história interessante.
Em Alice, o problema se repete. Burton conseguiu mais uma vez imprimir um olhar original para um universo já conhecido - como já havia feito nos dois primeiros filmes da série Batman ou em A Fantástica Fábrica de Chocolate. Em vez de simplesmente transpor para a tela os livros de Lewis Carroll sobre o personagem, o cineasta imaginou Alice voltando ao país das maravilhas já adulta, para escapar de um pedido de casamento que ela quer recusar.
Versão de Tim Burton para Alice é mais aventureira do que fantástica
Ali ela tem sua identidade questionada por seus antigos companheiros de aventuras. Será ela a Alice “verdadeira”, a antiga Alice? Se for, então talvez ela seja capaz, com a ajuda do Chapeleiro Maluco (Johnny Depp), de enfrentar um monstro terrível e tirar o país das maravilhas de um período de trevas, iniciado quando a Rainha Vermelha (Helena Bonham-Carter) tomou o poder da Rainha Branca (Anne Hathaway).
Burton imprime ao filme um tom mais aventureiro do que fantástico, mais O Senhor dos Anéis e menos a Alice da Disney. É um olhar original. Mas isso é apenas um ponto de partida, não é a garantia de um bom filme. Burton montou seus cenários fantásticos, criou seres incríveis para habitá-los. Mas não conseguiu lhes dar vida. Seus personagens se movem desarticuladamente, como marionetes nas mãos do diretor.
Até mesmo Depp, que estabeleceu com Burton uma das parcerias mais frutíferas do cinema atual, está longe de sua habitual excelência. Seu Chapeleiro Maluco é apenas uma soma de trejeitos, uma caricatura exangue. Assim como a Rainha Branca criada por Hathaway. A única que consegue injetar um pouco de vida em seu personagem é Bonham-Carter, mulher de Burton na vida real.
O país das maravilhas de Burton não é aquele delírio lisérgico imaginado por Carroll, mas um universo paralelo criado pela própria Alice para escapar de uma existência conformada e previsível. Como outros filmes do cineasta, Alice é uma apologia da imaginação. Mas, infelizmente, não é um triunfo de imaginação.
“Alice no País das Maravilhas” lidera nos cinemas mundiais
A versão 3D de “Alice no País das Maravilhas” criada pelo diretor Tim Burton – um dos dois filmes a ocupar o primeiro lugar nas bilheterias internacionais nos primeiros três meses do ano – encerrou o primeiro trimestre no primeiro lugar pelo quarto fim de semana consecutivo.
O filme da Disney rendeu 46 milhões de dólares no fim de semana em 7.170 cinemas em 51 países, totalizando arrecadação de 363 milhões de dólares em todo o mundo menos EUA e Canadá. Sua bilheteria global está em 656,1 milhões de dólares.
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| Tim Burton dirige Mia Wasikowska em cena de “Alice no País das Maravilhas” |
Antes de “Alice”, a sede por diversão 3D no restante do mundo levou “Avatar”, da 20th Century Fox, para o primeiro lugar por oito semanas consecutivas, até 28 de fevereiro.
A título de comparação, entre janeiro e o final de março de 2009 oito filmes se alternaram na posição de número 1 internacional (exceto EUA e Canadá), incluindo “Madagascar 2 – a Grande Escapada”, da DreamWorks Animation, e “Gran Torino”, de Clint Eastwood.
No último fim de semana “Alice” foi desafiado por “Como Treinar o Seu Dragão”, da DreamWorks Animation, que atraiu 31 milhões de dólares a partir de 5.594 cinemas em 35 países.
A arrecadação internacional (fora dos EUA e Canadá) da animação em 3D sobre um adolescente viking solitário que faz amizade com um dragão gigante está em 42 milhões de dólares; incluindo a América do Norte, chega a 85,3 milhões. “Como Treinar o Seu Dragão” estreou como número 1 na América do Norte e foi o segundo colocado, atrás de “Alice”, no restante do mundo.
“Dragão” estreou como número 1 no Brasil, México e Espanha, mas teve sua melhor performance na Rússia.
Enquanto isso, “Avatar” atraiu mais 7,6 milhões de dólares no fim de semana de 2.600 cinemas em 63 países, elevando seu total mundial (sem EUA e Canadá) para inusitados 1,95 bilhão de dólares. O blockbuster do diretor James Cameron foi o quarto colocado no fim de semana, atrás de “Ilha do Medo”, de Martin Scorsese, que vendeu 10 milhões de dólares em ingressos em 46 países. O drama estrelado por Leonardo DiCaprio já arrecadou ao todo 125,6 milhões de dólares fora da América do Norte.
O quinto colocado foi “Um Sonho Possível,” com a ganhadora do Oscar Sandra Bullock, que vendeu 6,7 milhões de dólares no fim de semana em 28 países fora da América do Norte (totalizando 224 milhões de dólares no resto do mundo até agora).
A comédia romântica “Caçador de Recompensas”, do diretor Andy Tennant e estrelado por Jennifer Aniston e Gerard Butler, vendeu 6,1 milhões de dólares em 1.705 cinemas de 31 países.
Fonte: IG
Comédia “Uma Noite Fora de Série” lidera bilheterias nos EUA
A comédia “Uma Noite Fora de Série”, sobre um casal atrapalhado que busca romper a rotina com um encontro em Nova York, liderou as bilheterias norte-americanas em seu final de semana de estreia, segundo números provisórios divulgados da empresa Exhibitor Relations.
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| Steve Carell e Tina Fey: comédia da dupla estreou na liderança das bilheterias |
O filme de Shawn Levy, protagonizado por Steve Carell e Tina Fey, conta a noite de loucura de um casal perseguido por engano por mafiosos em Manhattan. A produção arrecadou 27 milhões de dólares em seus três primeiros dias nos Estados Unidos e Canadá.
“Uma Noite Fora de Série” deixa “Fúria de Titãs”, superprodução mitológica em 3D reprovada pela crítica, em segundo lugar. O filme do francês Louis Leterrier, que apresenta uma profusão de efeitos especiais, conquistou 26,8 milhões de dólares no fim de semana (110 milhões de dólares no total).
A animação “Como Treinar o seu Dragão”, última produção da Dreamworks em 3D, ficou em terceiro com 25 milhões de dólares de arrecadação. “Por que Eu me Casei?”, dirigido e protagonizado por Tyler Perry, ao lado de Janet Jackson, caiu da segunda para a quarta posição com 11 milhões de dólares, na frente de “A Última Música”, onde a jovem Miley Cyrus interpreta uma adolescente rebelde que retoma o contato com o pai graças à música (10 milhões de dólares).
O último filme de Tim Burton, “Alice no País das Maravilhas”, com Johnny Depp desceu para o sexto lugar com 5,6 milhões de dólares. Ao longo de seis semanas, a nova adaptação da obra de Lewis Carroll arrecadou 319 milhões de dólares na América do Norte.
* Com AFP e IG
Will Smith pode estrelar duas novas sequências de ‘Independence day’
Diretor Rolland Emmerich quer filmar duas sequências para longa.
Se seus planos derem certo, produção dos filmes começa em 2011.
Do G1, em São Paulo
Foto: Divulgação
O ator Will Smith, que pode estrelar dois novos ‘Independence day’ (Foto: Divulgação)
O ator Will Smith, que estrelou o filme-catástrofe “Independence day” em 1996, poderá estar envolvido em duas sequências que a Fox planeja para o longa-metragem.
Segundo o site IESB, o diretor Rolland Emmerich tem interesse em realizar duas filmagens em seguida para a história de alienígenas do mal que invadem a Terra. E Smith novamente seria o protagonista das tramas.
De acordo com o site, se os planos de Emmerich derem certo, a 2ª parte de “Independence day” deve iniciar filmagens em 2011.
O filme original custou US$ 75 milhões e faturou mais de US$ 817 milhões pelo mundo.

Cena do filme-catástrofe ‘Independence day’, blockbuster lançado em 1996 (Foto: Divulgação)
Atualmente, o diretor está envolvido na produção de do filme “Anonymous” (um drama shakespeariano), e Smith dividido entre dois projetos – “Men in black 3″ e “The city that sailed”.
Atriz Rachel Weisz está cotada para ser vilã de novo 007
Filme será dirigido por Sam Mendes (de ‘Beleza americana’).
Ator Daniel Craig segue no papel do agente secreto britânico
Do G1, em São Paulo
Foto: DivulgaçãoOs atores Rachel Weisz e Daniel Craig: ela pode ser a vila do novo filme da franquia ’007′ (Foto: Divulgação)
A atriz Rachel Weisz (de “O jardineiro fiel”) está cotada para interpretar o papel de vilã na nova aventura do agente secreto James Bond.
A sequência de “Quantum of Solace” é listada como em pré-produção pelo site IMDb, que prevê sua data de estreia para 2011.
De acordo com o site /Film, por enquanto existe apenas um esboço de roteiro feito por Peter Morgan (de “Frost/Nixon”) e a confirmação de Sam Mendes (de “Beleza americana”) na direção.
O agente secreto britânico continua sendo interpretado por Daniel Craig e Judi Dench deve seguir no papel de M.
Oscar consagra Kathryn Bigelow e seu “Guerra ao Terror”
| AP |
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| Kathryn Bigelow com seu Oscar de direção |
- Galeria de fotos: veja imagens dos vencedores do Oscar 2010
- Galeria de fotos: astros e estrelas chegam ao Kodak Theatre
Com seis estatuetas, “Guerra ao Terror” foi o grande vencedor do Oscar 2010. Deixou para trás “Avatar”, dirigido pelo ex-marido de Bigelow, James Cameron. Mesmo com a maior bilheteria de todos os tempos, a ficção sobre o planeta Pandora levou apenas três estatuetas: fotografia, direção de arte e efeitos especiais.
Em toda a história, Bigelow foi apenas a quarta mulher a concorrer ao Oscar de direção. As anteriores foram Lina Wertmuller (“Pasqualino Sete Belezas”, 1976), Jane Campion (“O Piano”, 1994) e Sofia Coppola (“Encontros e Desencontros”, 2004).
Os outros destaques da noite foram “Preciosa”, vencedor dos prêmios de atriz coadjuvante (Mo’nique) e roteiro adaptado, e “Coração Louco”, que levou para casa as estatuetas de melhor ator (Jeff Bridges) e canção. A maior surpresa foi a vitória do argentino “O Segredo de Seus Olhos” na categoria filme estrangeiro.
O grande derrotado foi “Bastardos Inglórios”, de Quentin Tarantino. O filme concorria a oito Oscars e conquistou apenas o esperado Oscar de ator coadjuvante, para Christoph Waltz.
Apenas um dia depois de ganhar o Framboesa de Ouro de pior atriz do ano por “Maluca Paixão”, Sandra Bullock conquistou o Oscar. Dessa vez, pelo drama “Um Sonho Possível”, em que interpreta uma mulher rica que ajuda um jovem negro sem-teto a acertar sua vida. Ela derrotou as veteranas Meryl Streep e Helen Mirren e as novatas Gabourey Sidibe e Carey Mulligan.
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| Jeff Bridges comemora seu Oscar |
Entre os atores, também venceu o favorito. Quase 40 anos depois de ser indicado ao Oscar pela primeira vez, Jeff Bridges conquistou sua estatueta. Ele ganhou o prêmio de melhor ator por “Coração Louco”, em que interpreta Bad Blake, um cantor country alcóolatra que é surpreendido por uma nova paixão e tem a possibilidade de retomar a carreira de sucesso.
Bridges já foi indicado quatro vezes ao Oscar. Três na categoria de ator coadjuvante, por “A Última Sessão de Cinema” (1972), “O Último Golpe” (1975) e “A Conspiração” (2001), e uma na categoria principal pelo drama de ficção “Starman – O Homem das Estrelas” (1985). “Eu amo tanto o showbiz”, afirmou o ator ao receber o prêmio.
A cerimônia começou conforme o esperado: o prêmio de melhor ator coadjuvante, o primeiro da noite, foi para o favorito Christoph Waltz, pelo filme “Bastardos Inglórios”. Ele já havia conquistado o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores pelo papel do oficial nazista Hans Landa.
Waltz derrotou os concorrentes Matt Damon (“Invictus”), Woody Harrelson (“O Mensageiro”), Christopher Plummer (“The Last Station”) e Stanley Tucci (“Um Olhar no Paraíso”). “Não há forma de agradecer o suficiente a vocês. Mas eu posso começar agora”, afirmou o ator.
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| Christoph Waltz recebe o Oscar de ator coadjuvante |
O segundo prêmio da cerimônia foi o de melhor longa de animação. O vencedor, mais uma vez, foi o favorito: “Up – Altas Aventuras”, também indicado à estatueta de melhor filme. A terceira estatueta, de melhor canção, foi para “The Weary Kind”, do filme “Coração Louco”, composta por T Bone Burnett e Ryan Bingham.
A vitória de “Guerra ao Terror” começou a se desenhar no prêmio seguinte. O longa conquistou a estatueta de melhor roteiro original, escrito por Mark Boal, derrotando o favorito “Bastardos Inglórios”, de Quentin Tarantino. O prêmio de roteiro adaptado foi outra surpresa. O favorito “Amor Sem Escalas” foi derrotado por “Preciosa”.
A estatueta seguinte também foi de “Preciosa”: melhor atriz coadjuvante, para Mo’nique. Ela já havia ganho o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores. Era, portanto, a grande favorita ao Oscar e não decepcionou. No filme, ela interpreta uma mãe que tortura a filha adolescente com ataques verbais e agressões físicas (inclusive sexuais), despertando no público sentimentos de raiva e ojeriza – provas de que a atuação foi mais que convincente.
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| Mo’nique vence Oscar de atriz coadjuvante |
O primeiro prêmio para “Avatar” foi o de melhor direção de arte, anunciado justamente por uma das atrizes do filme, Sigourney Weaver. Depois de dois prêmios consecutivos para Guerra ao Terror (edição de som e som), “Avatar” ganhou sua segunda estatueta: melhor fotografia, para o italiano Mauro Fiore. O terceiro Oscar de “Avatar” foi o mais fácil de prever de todos: efeitos visuais.
O Oscar de filme estrangeiro, apresentado por uma dupla de peso (Quentin Tarantino e Pedro Almodóvar), foi para o argentino “O Segredo de Seus Olhos”, de Juan José Campanella. O longa, em cartaz no Brasil, derrotou os favoritos “A Fita Branca” (de Michael Haneke) e “Um Profeta” (de Jacques Audiard).
A tradicional homenagem aos profissionais de cinema mortos durante o ano (David Carradine e Patrick Swayze, por exemplo) foi feita pelo cantor James Taylor. Sozinho com seu violão, ele cantou “In My Life”, dos Beatles.
Veja a lista de vencedores da noite:
Ator coadjuvante: Christoph Waltz (“Bastardos Inglórios”)
Longa de animação: “Up – Altas Aventuras”
Canção original: “The Weary Kind” (“Coração Louco”)
Roteiro original: Mark Boal (“Guerra ao Terror”)
Curta-metragem de animação: “Logorama”
Documentário de curta-metragem: “Music by Prudence”
Curta-metragem: “The New Tenants”
Maquiagem: “Star Trek”
Roteiro adaptado: Geoffrey Fletcher (“Preciosa”)
Atriz coadjuvante: Mo’nique (“Preciosa”)
Direção de arte: “Avatar”
Figurino: “Young Victoria”
Edição de som: “Guerra ao Terror”
Som: “Guerra ao Terror”
Fotografia: Mauro Fiore (“Avatar”)
Trilha sonora: Michael Giacchino (“Up – Altas Aventuras”)
Efeitos especiais: “Avatar”
Documentário: “The Cove”
Montagem: “Guerra ao Terror”
Filme estrangeiro: “O Segredo de Seus Olhos” (Argentina)
Ator: Jeff Bridges (“Coração Louco”)
Atriz: Sandra Bullock (“Um Sonho Possível”)
Direção: Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”)
Filme: “Guerra ao Terror”
Fonte: IG
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