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Grande terremoto da Califórnia pode ocorrer antes do previsto, alertam cientistas

20/08/201022h18

DA FRANCE PRESSE, EM LOS ANGELES

Os tremores de grande magnitude na falha de San Andrés têm ocorrido com mais frequência do que se imaginava, o que leva a crer que o temido terremoto no sul da Califórnia, o “Big One”, ocorrerá antes do previsto, advertiram cientistas nesta sexta-feira.

Um estudo que será publicado na edição da revista especializada Geology de 1º de setembro revela que os grandes terremotos ao longo da falha de San Andrés ocorrem com frequência muito maior do que se pensava até o momento.

Até o momento, acreditava-se que os grandes terremotos na falha ocorriam com um intervalo de entre 250 e 400 anos, mas uma pesquisa da Universidade da Califórnia revela que tremores devastadores podem ocorrer entre períodos de 45 a 144 anos.

O terremoto devastador mais recente na Califórnia, de 7,9 graus, ocorreu em 1857, há 153 anos, o que indica que o “Big One” pode acontecer antes do que se pensava.

A pesquisa analisou durante anos a geologia da área da Planície Carrizo, na falha de San Andrés, a cerca de 160 km a noroeste de Los Angeles.

“O que sabemos agora é que durante os últimos 700 anos os terremotos no sul da falha de San Andrés foram muito mais frequentes do que se pensava em todo o mundo”, disse o pesquisador da Universidade da Califórnia Sinan Akciz.

“Os dados obtidos neste estudo contrariam os relatórios já publicados”.

ALERTA

No sul da Califórnia –o Estado mais povoado dos Estados Unidos, com 37 milhões de habitantes–, onde se encontram grandes cidades como Los Angeles, San Diego e Anaheim, um terremoto de grande magnitude está para ocorrer a qualquer momento, adverte o estudo publicado hoje.

Segundo a pesquisadora Lisa Grant Ludwig, é preciso estar atento para o que vem por aí. “Este estudo nos dá a oportunidade de nos prepararmos”.

Esta preparação consiste em melhorar as infraestruturas, a estrutura de residências e locais de trabalho, planos de evacuação e medidas de emergência.

Mas é impossível prever, por exemplo, os efeitos de um terremoto sobre as estradas e viadutos de Los Angeles, por onde circulam diariamente milhões de veículos.

Na Califórnia são relativamente frequentes os terremotos, onde a população vive sob o espectro do “Big One” que, segundo várias estimativas, poderia deixar mais de 2.000 mortos, 50 mil feridos e perdas bilionárias.

FONTE – FOLHA Fim dos Tempos.net

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  1. Luz
    agosto 30, 2010 às 3:10 pm

    Uma arma capaz de provocar destruição em massa, controle do clima e a manipulação psíquica se tornou em uma realidade.

    “O HAARP talvez seja o mais perigoso experimento militar realizado no mundo até hoje, com exceção da primeira explosão da bomba atômica.”

    A revista Popular Science de novembro de 1995 apresenta uma reportagem sobre o HAARP. Essa revista, normalmente alegre e divertida, condenou com muita veemência o que está sendo construído no Alasca. A reportagem diz que o HAARP (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) está sendo administrado pelo Pentágono, sob coordenação da USAF ( United States Air Force) através da universidade do Alasca e da USNAVY/Naval Research Laboratory para “entender, simular e controlar os processos ionosféricos a 550 km de altitude que poderiam revolucionar as comunicações e sistemas de vigilância militares”. Iniciou-se em 1990 para uma série de experimentos durante vinte anos. O equipamento é fornecido pela Advanced Power Tecnologies, uma subsidiária com sede em Washington D.C. e E-System de Dallas, fabricante de longa data de tecnologias para projetos ultra-secretos.

    A reportagem continua: Richard Williams, físico-químico e consultor do laboratório Sarnoff da Universidade de Priceton, está apreensivo. Especulações e polêmica cercam a questão se o HAARP poderia causar danos irreparáveis à atmosfera superior da Terra. O HAARP vai despejar quantidades enormes de energia na atmosfera e não sabemos como isso acontecerá. Com experimentos nessa escala, poderiam ser causados danos irreparáveis em pouco tempo. Há necessidade premente de discussões abertas. Qualquer outra coisa seria um ato de vandalismo global.

    De acordo com Popular Science: A representante do estado de Alasca, Jeanette James, cujo distrito circunda o local do HAARP, perguntou várias vezes sobre os projetos aos oficiais da Força Aérea e sua resposta foi que não se preocupasse. Diz ela: Lá dentro, tenho a impressão de que isso é assustador. Estou cética. Acho que eles não sabem o que estão fazendo.

    Istalação do HAARP em Gakona, Alasca (62 ° 23‘33 .73 “N 145 ° 9‘2 .61“ W)

    HAARP está localizado em uma remota instalação de segurança máxima, cercada por arames farpados, câmeras automáticas e lazers de detecção de movimentos, elevam-se varias antenas numa área limpa da floresta que se estende por centenas de km pelo Alasca. Concluído em dezembro de 1994 e agora sendo testado, o campo de antenas é a única parte visível de um poderoso e sofisticado transmissor de rádio-energia de alta freqüência.

    HAARP é um gigantesco campo de antenas transmissoras de alto poder, que envia energia radioelétrica de alta freqüência até partes previamente selecionadas da ionosfera a 550 km de altitude que reflete de volta esta energia para terra em forma de ondas eletromagnéticas de baixa freqüência (ELF) penetrando em qualquer coisa viva ou morta. Como se não bastasse outros países como a Rússia, China, Europa, Austrália, Japão também fazem uso dessa tecnologia que permite controlar o clima e influenciar a mente humana.
    Instalações do HAARP

    Menos conhecido é que existem vários tipos de HAARP ao redor do mundo:

    1) Mu Radar – instalação de 1 megawatt no Japão (34 51′14,80 N 136 6′19,45 E).

    2) Arecibo Observatory – instalação de 2 megawatt em Porto Rico (18 20′38,97 N 66 45′9,77 W).

    3) HIPAS – instalação de 70 megawatt no Alasca (64 52′21,18 N 146 50′18 W).

    4) Sura – instalação de 190 megawatts no centro da Rússia (56 7′10,32 N 46 2′4,41 E).

    5) EISCAT – instalação de 1 gigawatt em Tromsø, Norte de Noruega (69 35′ 06 N 19 12′57,11 E).

    E muitos outros..

    (você pode copiar e colar as coordenadas no Google Earth para visualização)

    O HAARP em Alasca, é dito ser uma simples instalação de 3,6 megawatts. Ele tem o poder máximo 278 vezes menor que o EISCAT na Noruega. Apesar disso a sofisticação de HAARP está longe de ser inútil de acordo com a DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency).

    Podem modificar a composição molecular de certa região da atmosfera, aumentando artificialmente as concentrações de ozônio, de nitrogênio e gases para alterar o clima. Digamos que é um “aquecedor” ionosférico.

    As emissões de alta freqüência do HAARP podem causar danos desconhecidos e gravíssimos na ionosfera, no campo magnético terrestre e na camada de ozônio.

    Por meio dessas antenas Haarp podem transmitir bilhões de watts de energia para atmosfera, e fazer ferver a ionosfera transformando-a num “espelho”, que enviam reflexos de ondas ELF de volta para a Terra. Enviam para o alto ondas de alta freqüência, mas elas regressam em ondas longas para as antenas para posteriormente enviar enormes quantidades de energia para onde queiram ao redor do mundo.

    Em breve tencionam aumentar o número de antenas, chegando às 360.

    De acordo com o gerente do programa HAARP, John L Hecksher, do Laboratório USAF Phillips, as aplicações militares desta pesquisa são limitados. “ Embora HAARP esteja sendo administrado pela força Aérea e Marinha, é puramente uma instalação de pesquisa científica atmosferica e não oferece nenhuma ameaça a adversários e não tem nenhum objetivo militar”, diz ele. Mas esta é só a parte publicamente anunciada do programa.

    HAARP também tem um programa de trabalho secreto: procurando metas militares mais exóticas, como localizar fábricas de armas profundamente enterradas milhares de km no solo — E ALTERAÇÃO ATÉ MESMO DO CLIMA SOB UM TERRITÓRIO DE INIMIGOS. Um documento interno de 1990, obtido por Popular Science, diz que as metas globais para os programas são de controlar os processos ionosféricos que melhore grandemente o desempenho militar e sistemas de comunicações”. E fornece uma descrição das aplicações seguintes:

    * Raio-X do solo – Enviar energia de alta freqüência na ionosfera e usar antenas de captação de reflexos de ondas ELF para fazer uma topografia virtual penetrante da Terra perscrutando profundamente sob a superfície do chão, colecionando e analisando os dados de ondas refletidas que se irradiaram de baixo acima.

    * Radar de detecção furtiva – Aquecer as regiões da ionosfera inferior e superior para formar lentes “ virtuais “ ou “ espelhos “ no céu que possam refletir uma grande faixa de sinais de rádio em cima do horizonte e descobrir mísseis e aeronaves stealths (furtivas).

    * Comunicação terrestre-submarina – Ondas de rádio ELF geradas na ionosfera usados para comunicação a grandes distâncias com submarinos profundamente submersos no oceano.

    * Escudo global anti-mísseis – Rede de“ Proteção Global” que destruiria mísseis e aeronaves ( falhas em sistemas de orientação eletrônica, explosão e queda de Air France em Fernando de Noronha?) aquecendo demais os sistemas deles de orientação eletrônica na medida em que voam por dentro de um poderoso campo eletromagnético.

    * MANIPULAÇÃO DO CLIMA – Modificar temporariamente a atmosfera superior excitando os elétrons constituintes e íons com raios de energia focalizados provocando alteração climática. Uma analogia seria um forno de microondas doméstico que aquece a comida excitando suas moléculas de água com energia de microonda.
    Alteração do clima:

    Em 1958, o principal consultor da Casa Branca para alterações do clima, Capitão Howard T. Orville, disse que o Departamento de Defesa dos EUA estava estudando “formas de manipular as cargas de energia da Terra e do céu, influenciando, assim, o clima mediante a utilização de um raio eletrônico para ionizar ou desionizar a atmosfera em determinada área.

    Abaixo temos imagens de um estranho efeito atmosférico, possivelmente provocado pelo Haarp.

    Para fins militares o Haarp teria várias aplicações, por exemplo: inutilizar equipamentos eletrônicos do inimigo, derrubar sistema de usinas, linhas de transmissão de energia (Blecaute no Brasil?) telecomunicações, computadores, radares etc, detectar mísseis e aviões furtivos, detectar depósitos subterrâneos de armamento de um país inimigo, etc.

    Os EUA investiram dezenas de bilhões de dólares nesta tecnologia. Acontece que essas freqüências de radio-energia emitidos pelo HAARP perturbam as funções cerebrais humanas.

    O próprio “Airpower journal” em 1996 disse que o exército americano está a desenvolver armas psicotronicas para afetar a mente humana.

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