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OMS diz que 12 países tiveram casos de narcolepsia após vacina da gripe A

fevereiro 10, 2011 Deixe um comentário

Contra nova gripe, ‘tampas acrílicas’ devem proteger alimentos no RS

Anteparo em restaurantes evita contaminação por gotículas respiratórias.
Inspeções de cumprimento de norma serão feitas por cada município.

Do G1, em São Paulo 

Bufês no Rio Grande do Sul deverão terão proteção de acrílico sobre os alimentosBufês no Rio Grande do Sul deverão ter proteção
de acrílico sobre os alimentos
(Foto: Reprodução/TV Globo)

Estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação, como bares, restaurantes e churrascarias, no Rio Grande do Sul, passarão a ter, obrigatoriamente, bufês protegidos com “tampas” de acrílico. A medida, segundo a Secretaria de Saúde do estado, pretende prevenir a nova gripe.

“O anteparo deve ser usado para evitar que as pessoas conversem em cima dos alimentos, e haja contaminação por gotículas respiratórias”, diz ao G1 Francisco Paz, diretor do Centro Estadual de Vigilância em Saúde.

A norma com as novas regras foi publicada em 22 de junho, no Diário Oficial do Estado. Entre as determinações, ainda segundo Paz, estão a obrigatoriedade de talheres embalados individualmente, após higienização, e lavatórios para os clientes lavarem as mãos. Os lavatórios, de acordo com a portaria, deverão estar em lugares estratégicos e em número suficiente, equipados com torneira, sabonete e álcool 70% ou outro produto antisséptico.

Gripe Suína: Quem pagou a pandemia Fantasma?

Artigos – Globalismo

 

O que muita gente suspeitava está agora vindo à luz, e não é de admirar que o número de vacinados não tenha sido elevado nos EUA e Inglaterra, deixando enormes estoques parados da inútil vacina que custou milhões de dólares.

Durante muitos meses tenho acompanhado o noticiário internacional e, lendo vários jornais seculares dos EUA e Inglaterra, um fato ficou claro: a pandemia da gripe suína estava envolta em graves problemas éticos e médicos, inclusive morte de jovens vacinados. E agora sai a bomba de que a vacinação foi desnecessária.

O jornal inglês Daily Mail denunciou em manchete “A pandemia que nunca existiu: empresas farmacêuticas ‘incentivaram Organização Mundial de Saúde a exagerar a ameaça da gripe suína'”. A matéria então diz: “Declarar a gripe suína uma pandemia foi um ‘erro monumental’, impulsionado por empresas farmacêuticas que, gananciosas por lucros, espalharam medo, concluiu um influente relatório”. O restante da matéria, em inglês, está aqui.

Há também o artigo “O conto da vacina suína“, publicado pelo jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que expõe os escândalos envolvendo o Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o modo desonesto como a OMS mudou a definição de pandemia exclusivamente para engordar as empresas farmacêuticas, que lucraram uns 10 bilhões de dólares com a pandemia fantasma em 2009.

Essa é a mesma OMS que mudou também o sentido real da homossexualidade na década de 1990, retirando-a da lista de comportamentos pervertidos, a fim de atender aos interesses de multimilionários grupos de pressão política.

Na hora de definir o que é e o que não é, o dinheiro, a pressão e a ganância são uma formidável persuasão. Sob essa persuasão, condutas pervertidas são normalizadas e o que não é pandemia se torna pandemia!

Na questão da pandemia fantasma, o que muita gente suspeitava está agora vindo à luz, e não é de admirar que o número de vacinados não tenha sido elevado nos EUA e Inglaterra, deixando enormes estoques parados da inútil vacina que custou milhões de dólares que poderiam ter sido mais bem investidos no bem-estar da população.

Mesmo assim, as empresas farmacêuticas continuam na sua corrida louca para vender suas vacinas para países trouxas o suficiente para engolir a estória da epidemia generalizada.

Eu poderia ter avisado muito mais o público brasileiro antes, mas o Blog Julio Severo vem há anos mostrando o óbvio: O governo Lula não merece confiança. Você confiaria num governo que é a favor do aborto, que representa o assassinato covarde do mais vulnerável e indefeso dos seres humanos?

O grande responsável pela campanha de vacinação foi o ministro contra a Saúde, José Temporão, que também é a favor do aborto. Ele vê o aborto simplesmente como “questão de saúde pública”, de modo que se as empresas farmacêuticas criarem uma vacina que elimine esse “problema” de “saúde”, o tarado por campanhas de vacinação em massa ficará extremamente feliz de fazer mais uma parceria com elas.

Apesar disso, a população pensou que poderia confiar num aspirante a carniceiro. Foram se vacinar. A obediência – ou eu deveria dizer a estupidez? – foi tão grande que o país campeão mundial de vacinação contra a inexistente e irreal epidemia generalizada de gripe suína foi o Brasil. Mais de 70 milhões de brasileiros foram vacinados.

Agora, o governo Lula está sorrindo. O ministro contra a saúde está sorrindo. As empresas farmacêuticas, com os bolsos entupidos do dinheiro dos cidadãos do Brasil, estão mais do que felizes e pulando de alegria. E o povo está sorrindo, sem ao menos perceber o que está acontecendo. Ele paga, mediante impostos, com o dinheiro do próprio bolso as estupidezas do governo, e ainda sorri abobalhadamente.

E quem no final leva o prêmio é o governo. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como “importante promotor de estabilidade e integração na América Latina”. Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a “epidemia generalizada” da gripe suína.

Uma mão lava a outra. As empresas farmacêuticas patrocinam homenagens internacionais ao ego incontrolável e insaciável de Lula, e Lula sacia a ganância incontrolável e insaciável dessas empresas, sustentando pandemias fantasmas que lhes enchem os cofres.

Mas quem pagou realmente um preço alto foram os brasileiros vacinados. Veja algumas repercussões da vacina na mídia brasileira:

Jovem morre após tomar vacina contra a gripe A em Londrina

Estudante morre após tomar vacina contra gripe

Menina morre após tomar vacina

Criança morre após tomar vacina H1N1

Bebê morre ao receber vacina contra Gripe A

Assim, governo e empresas farmacêuticas pegam seu dinheiro, fazem a farra e, para justificar tanta gastança, no final você e sua família têm de se submeter à ponta da agulha e suas conseqüências.

Um país assim é o curral perfeito para alimentar a ganância dos poderosos e corruptos, que recorreriam a qualquer artifício para deter qualquer coisa que impeça seus lucros.

Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Dia culpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação. A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!

Foi uma coincidência importante, que revelou que havia gente grande interessada em sabotar o impacto dos meus artigos sobre a campanha de vacinação. Conforme a informação que recebi, o Ministério da Saúde estava também planejando outras ações contra mim, inclusive legais, mas suponho que não houve tempo para executá-las, pois em poucas semanas saí do Brasil. Esse é o preço que se paga por alertar as pessoas.

Portanto, da próxima vez que o governo e sua mídia comprada aparecerem com uma campanha de medo tentando convencer você de outra pandemia fantasma, desconfie.

Como não desconfiar de um governo que só se interessa por aquilo que está no nosso bolso?

Midia sem Máscara

Gripe suína volta aos porcos e sofre nova mutação

Categorias:Gripe Suína H1N1

Vacina H1N1 ou Vacina Venenosa?

maio 27, 2010 5 comentários

 

 

Vacinas Venenosas H1N1-

Surgem de todos os lados denuncias dos efeitos perniciosos causados pela vacina maldita que estão impingindo ao nosso povo, conforme sempre temos denunciado daqui que iria acontecer.

Causa espanto saber que na Europa muito pouca gente aceitou receber a vacina, porque logo perceberam a sucia dos laboratórios da besta infernal, que cria a doença, depois prepara a vacina, e entao espalha a doença de proposito, para vender vacinas. Criam a pandemia, mentem de todas as formas a respeito, maximizam seus efeitos, assustam a população, enquanto os governos corruptos como o nosso cegamente obedecem as ordens da fera. E nosso povo serve de cobaia a estes assassinos.

Abaixo um texto que me enviaram de um blog, onde se pode tirar uma idéia do que está de fato acontecendo. E vem aí a segunda rodada da vacinação, porque o governo bandido não se conforma de não ter atingido as metas de vacinação. E podem ter certeza, forçarão ainda mais desta vez, obrigando as pessoas a terem dentro de si a doença, que adiante se pode espalhar como um rastilho de pólvora. A verdadeira doença pode estar na vacina, porque a gripe comum mata muito mais gente do que esta inventada. Quanto a nós, utilizemos o lencinho de Nossa Senhora com fé. Quem o tiver não pegará a doença. Quem for obrigado a se vacinar por efeito de trabalho ou de pressão familiar, use o lencinho que cortará os efeitos perversos.

Vejam Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas:

 Por Jose Ortiz Camargo Neto 30/04/2010 às 20:18

  •  Os hospitais de São Paulo estão abarrotados de pessoas que se queixam de estar sofrendo efeitos danosos da vacina contra gripe suína, mas essas queixas não podem ser registradas pelos médicos, porque não existe um CID – Código Internacional da Doença – para a reação patológica à vacinação.

Por José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico ortizcneto@yahoo.com.br

Olhem o relato dele abaixo:

Em visitas a hospitais, conversando com médicos e enfermeiros da cidade de São Paulo, constatamos que cada um deles está recebendo por dia, em média, a cada 6 horas de trabalho, cerca de 20 pacientes que se queixam de efeitos adversos causados pela vacina contra gripe suína.

Se ficássemos o dia todo atendendo, cada médico chegaria a atender 80, 100 pessoas diariamente?, declarou um desses profissionais.

Multiplicando-se esse número pelo total de médicos que atendem nos hospitais (municipais, estaduais, pelo SUS) pode-se ter uma ideia do quadro assustador de queixas de pessoas prejudicadas pela vacinação na cidade de S. Paulo e no próprio país.

Apesar de todas essas centenas ou milhares de queixas diárias, se alguém for procurar nas estatísticas oficiais quais danos as vacinas causam, não encontrará quase nada! Isso porque as reações à vacina não estão previstas no CID ? Código Internacional de Doenças, que é um número dado à enfermidade para permitir a estatística computadorizada.

Cada médico tem de preencher o nº do CID para cada paciente. As fichas recolhidas em cada hospital ou posto de saúde são enviadas para a Secretaria de Saúde do Estado, Ministério da Saúde e a própria OMS?

 Organização Mundial da Saúde, para fins de estatísticas estaduais, nacionais e mundiais. Como não existe um número do CID para doenças causadas pelas vacinas, os médicos são obrigados a preencher a ficha com outros códigos. Eles estão colocando os seguintes CIDs para essas reações vacinais: Faringite (J029), Gripe (J11), Tosse (R05), Amigdalite (J039), Diarréia (A09), Pneumonia (J18). Muitos colocam, simplesmente, o código das famosas “viroses”. Conseqüência: Estatisticamente, o número dessas doenças vai falsamente aumentar no mundo; a Secretaria de Saúde do Estado, o Ministério da Saúde, a OMS vão achar que está havendo mais faringite, mais gripe, mais tosse, mais amigdalite, mais pneumonia ? e vão querer vacinar mais gente ainda, para combater essas moléstias. Ao mesmo tempo, todos vão achar que as vacinas não fazem mal nenhum ? só incluindo nas estatísticas os casos notórios, de pessoas que visivelmente morreram ou ficaram paralíticas, que viraram notícia, ou processaram o governo e os laboratórios. Eu escrevo no meu diagnóstico: reação à vacina, mas isso não adianta nada, porque eles não se baseiam no diagnóstico para fins estatísticos, mas no código da doença?, disse um especialista.”Como o espaço precisa ser preenchido com um código, a gente usa outro: exemplo, o código de gripe, virose etc.”

As queixas mais comuns de reações a vacinas feitas aos clínicos gerais são dos seguintes sintomas por vezes persistentes:

 1) Adultos: dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares por todo o corpo, mal-estar geral, tosse seca persistente, falta de apetite, febre alta, indisposição geral, diarréia, cansaço e falta de ar, fraqueza muscular nas pernas.

Os pacientes relatam que antes de tomarem a vacina H1N1 estavam bem de saúde. As queixas ocorrem dentro da primeira semana pós-vacinação, principalmente até o 2º ou 3º dia seguinte à inoculação da vacina. Outros sintomas relatados: coceira pelo corpo todo durante 24 horas, edemas, inchaço facial, labial e ocular, olhos irritados, edema ocular, manchas marrons na pele do antebraço do mesmo braço em que foi inoculada a vacina; muita dor nesse braço; alguns por causa disso não conseguem trabalhar. Há muitas pessoas que já estão há cerca de um mês com tosse seca persistente, iniciada logo após tomar a vacina.

Os exames de Raio X não acusam nada Mas a tosse não passa. declarou um dos médicos. )

2) Crianças: Os pediatras estão impressionados com o número muito maior de crianças que têm sido levadas aos hospitais (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), com quadro gripal persistente, iniciado após a vacinação (dentro de trinta dias as crianças não melhoram, apesar das medicações, ficam indo e voltando ao Pronto Socorro); eles registraram casos e mais casos de crianças irritadas e com o corpo dolorido dentro da primeira semana pós-vacinação, com febres altíssimas e convulsões. Ao mesmo tempo, há perda de apetite, recusa ao alimento, com consequente perda de peso. Houve grande aumento do número de casos de tosse, rouquidão, diarréia persistente, iniciados após a inoculação da vacina; bronquites, bronquiolites (que atingem crianças com idade entre 3 e 8 meses), rinites, faringites e laringites. Outras mães referiram ao pediatra que seus filhos (crianças entre 1 ano e 2 meses a 1 ano e 8 meses) perderam as forças nas perninhas e começaram a cair enquanto brincavam, como se as perninhas desabassem).

(Não podemos esquecer que muitas vacinas atacam o sistema neurológico, podendo inclusive causar a Síndrome de Guillain- Barré  que causa paralisia, em casos mais graves, insuficiência respiratória e pode levar à morte. Isso é reconhecido oficialmente, dentro da medicina.) Algumas crianças, após ser vacinadas, apresentaram bolhas pelo corpo todo, dentro da primeira semana pós-vacinação; levadas ao dermatólogo este constatou que seriam reações à vacina.

Os pediatras notaram um número muito maior de casos de doenças nas primeiras semanas de abril (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), coincidindo a data de vacinação de crianças entre 6 meses e dois anos com maior procura do Pronto Socorro por casos de gripe, rinites, bronquiolites, faringites, laringites e pneumonia.

Os Pronto Socorros e hospitais ficaram abarrotados com grande número de internações dessas crianças. Adultos e crianças que já estavam com um quadro gripal, desenvolveram pneumonia dentro de 8 dias após receberem a vacina contra gripe suína e tiveram de ser internados (hospitalizados).

Os médicos consultados acham que todos aqueles que estão tendo reações às vacinas deveriam se unir, procurar um advogado e abrir um processo pedindo indenização pelos prejuízos sofridos.

Obs: As fontes de informação pediram para não ser identificadas, com receio de perder os empregos; no entanto, o próprio leitor pode verificar, nos meios médicos, a veracidade dessas afirmações; está aqui, aliás, uma excelente pauta para pesquisa por outros meios de divulgação – que têm o dever de esclarecer a população.

Maria de Lourdes Morais Divulgadora Cultural Setor Marketing e Divulgação lourdesmoraisstop@yahoo.com.br

Tel. Com (xx11-3814-0130) Tel. Res (xx11-3739-2668)

STOP JORNAL-Jornal Científico-Artístico-Cultura

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Efeito colateral da vacina preocupa a população.

 Esc Diversos autores:

Rafaela, Wellington, Leila,

Esta notícia deve ser amplamente divulgada para mutias pessoas, antes delas serem prejudicadas por este ato precipitado pelos órgãos de saúde.

Estes são comentários de diversas pessoas que tomaram a vacina H1N1 divulgado no artigo do Jornal ExpressoMT:

  •  Tomei a vacina dia 19/04. Não senti absolutamente nada. Mas dia 28/04, acordei toda me coçando, estou cheia de erupções cutâneas, desenvolvi uma reação alérgica, acho que da vacina. Uma prima minha também está assim. Será que é normal? Estou tomando antialérgico desde o dia 28/04, hoje são 01/05 e não melhorou nada, parece até que às vezes está piorando. E aí? O que devo fazer?
  •  Estou achando que esta vacina(h1n1) é uma furada, depois que tomei essa miséria só tive problemas de saúde (dor de cabeça, febre, dor nas articulações, moleza,…) e quando entro em contato com os médicos cada um diz uma coisa diferente, o ultimo me disse que estava com dengue. só espero que esses sintomas passem.
  • nossa ñ aguento mais tomei essa vacina dia 22/04 como minha saúde esta ruim depois dessa vacina muita dores no corpo muitos enjoos toda a noite ñ sei o que faço mais já fui ao médico e nada resolveu meu apetite acabou será que é normal muitos dias já ?alguem pode me responder me ajudar ñ aguento mais.obrigada
  • Muitos efeitos colaterais e nenhuma resposta das autoridades…acho que tem politicagem embutida nesse interesse público.! Tô muito mau !!!!
  • Tomei a vacina e inicialmente não tive reação alguma. Quinze dias depois, ao receber meu hemograma, verifiquei uma diminuição visivel em minha imunidade, aumentando-se o número de eosófilos (um enzima que controla, entre outras coisas, as reações do corpo contra alergias.
  • Tomei a vacina contra a gripe ja faz aproximadamente 15 dias, minha saúde estava ótima antes disso, mas hoje não consigo mais durmir devido a irritação na garganta, é tosse a noite toda, não sei mais o que fazer.
  •  Tomei a vacina no dia 10 de abril, comecei com dor de garganta no mesmo dia, depois vieram dores de cabeça,semana passada na quinta feira eu acordei sem conseguir respirar, fui para o hospital. Tomei decadron na veia e loratadina anti-alergico. Desde então minha pressão está alta, 15 por 10, 16 por 11.fui para o hospital novamente sabado, trocaram o antialergico por antiinflamatorio…não resolveu, domingo hospital novamente…pressão alta, dor de garganta, dor nas pernas e braços…trocaram remedio por antibiotico…estou tomando junto com capitopril – para pressao…e nada de abaixar…marquei cardiologista, pois não sei mais o q fazer…
  •  Tomei a vacina no dia 22/04/10 (quinta-feira) e até hoje 27/04 estou com reações. No dia seguinte a vacina somente tive algumas dores no corpo, mas nos 2 dias que seguiram tive muita febre, dores no corpo mas principalmente no pescoço, e suava frio. A partir do terceiro dia até agora já não tenho mais dor no corpo e febre, mas estou com tosse e coriza muito forte e dor-de-garganta, além de muita moleza. A impressão que tenho é que minha resistencia imunológica baixou muito.
  •  TOMEI A VACINA NA QUINTA DIA 22 NO SABADO AMANHECI COM VÕMITO SOMENTE UMA VEZ E AI COMEÇOU DOER OCORPO TODO QUE NÃO COSEGUIA LEVANTAR NO SÁBADO E DOMINGO NÃO DEU FEBRE MAS AS MINHAS JUNTAS OU SEJA ONDE TEM NERVOS AINDA DÓI ATÉ OS NERVOS DA BARRIGA NÃO CONSIGO NEM RESPIRAR PROFUNDO QUE DÓI CONFESSO QUE FUI ATÉ AO MÉDICO FIZ VÁRIOS EXAMES E NADA CONFIRMOU A HIPOTESE DO MÉDICO É SÓ REAÇÃO DA VACINA SE MAIS ALGUEM FICOU ASSIM ME CONTATE.
  •  Para quem teve coragem de tomar essa vacina não testada sugiro que façam um hemograma completo. Caso os leucócitos tenham sido baixados drasticamente, então essa é realmente a primeira das três doses. Caso alguém já tenha feito o hemograma, podem relatar aqui os níveis de glóbulos brancos após serem vacinados?
  • Sou portador do virus HIV. Tomei a vacina na sexta e de Sab pra Dom acordei ja mole. Pela tarde comecei a ficar com febre, tosse seca dorzinha na cabeça . Tomo remedios a febre passa e em menos de 3 horas volta. estou mt desesperado!!! minha imunidade ja é baixa.
  •  Boa Noite, gostaria de disponibilizar o meu email para trocarmos informações sobre os efeitos da vacina H1N1. Esse tema é algo que precisa ser estudado e levado mais a sério, concordam? Como população precisamos de um melhor esclarecimento. Os especialistas nos falaram que os efeitos seriam leves e que passariam em dois dias. Mas, algumas pessoas estão se queixando de reações mais duradouras e incômodas. Isso me preocupa. Ainda não me vacinei. Precisamos do apoio uns dos outros nesse momento.

Estou aberta para a troca de informações que sejam sérias.

 José Ortiz Camargo Neto 02/05/2010 14:40 ortizcneto@yahoo.com.br

 www.stop-jornal.blogspot.com

O médico naturalista dr. Roberto Giraldo publicou no jornal STOP de dezembro de 2009 uma relação de medidas alimentares que podem ser adotadas para fins de desintoxicação, no caso de agrotóxicos; mas elas valem para qualquer tipo de intoxicação, como por exemplo a causada pelos adjuvantes das vacinas (mercúrio e alumínio).

Procurem no blog do jornal a matéria sobre agrotóxicos, que lá encontrarão as dicas muito úteis para estes casos www.stop-jornal.blogspot.com

Lá estão postadas muitas matérias esclarecedoras sobre as vacinas.

Não se iludam com medo dessa “pandemia” – foi considerada falsa na Europa, devido ao pequeno número de casos de contágio – pequeno em relação à gripe comum. A própria OMS está sendo acusada de pacto com os laboratórios para causar pânico na população a fim de vender esta vacina, que está causando essas reações todas nas pessoas.

 Peço a gentileza de as pessoas afetadas pelas vacinas se comuniquem com nosso jornal, para fins de levantamento que estamos efetuando nesse sentido.

Fonte: http://www.recadosaarao.com.br/index.asp

Alem das citadas na matéria.

Meu Comentario:

Antes de mais nada, quero agradecer as pessoas que me convidaram a escrever em seus Blogs e por darem espaço para divulgação de minhas idéias e pesquisas sobre  os polêmicos acontecimentos em diversos segmentos.  A vocês em especial meu obrigada.

Ambas sabem que sou agradecida.

E as pessoas que estão em duvida se irão ou não tomar a  vacina venenosa; peço que pensem bem e pesquisem.Não quero que ninguem creia em mim, mas sim que a partir do meu alerta voces pesquisem e tirem suas conclusões. Verão quem esta certo ou não. Deus abençoe todos.

Bhya 🙂

 

 

Despopulação através da Vacina contra H1N1 e através dos Alimentos

O ex-governador de Minnesota, Jesse Ventura, no programa Teoria da Conspiração,mostra como os Illuminati pretendem destruir 80% da população Mundial.
Neste vídeo vemos que eles estão querendo nos matar, através dos alimentos
e da Vacinação contra a gripe suína; Que será feita em 4 etapas a partir de março de 2010 aqui no Brasil.
Prepare-se! pois o Pior ainda está por vir!!!!!

Cientistas Internacionais Alertam para Doenças e Efeitos Colaterais Danosos Advindos das Vacinas

abril 23, 2010 6 comentários

Cientistas Internacionais Alertam para Doenças e Efeitos Colaterais Danosos Advindos das Vacinas
5 de março de 2010 – José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico, editor do STOP, e dr. Roberto Giraldo, médico infectologista e imunologista.

Óbitos e reações “graves e desconhecidas” à vacina da gripe suína foram
registrados na Suíça e em outros países; vacinas em geral são  questionadas  há décadas.

Este artigo é constituído dos seguintes pontos:

1) Por que este artigo agora?;

2) Doenças causadas pelas vacinas;

3) Por que continuam vacinando?;

4) Como evitar legalmente as vacinas;

5) Alternativas para estimular o nosso sistema imunológico.

1) Por que este artigo agora?

Como é do conhecimento público, em março começa a campanha massiva do Ministério da Saúde, por meio da qual pretende vacinar 80 a 90 milhões de brasileiros com a vacina contra gripe suína; porém, desde várias décadas atrás, existem cientistas e múltiplas ONGS, em praticamente todos os países do mundo, que questionam a eficiência e a segurança das vacinas, sobretudo esta, contra a denominada gripe A.

O programa de vacinação em massa no Brasil  prevê iniciar  pelo pessoal da saúde, índios das aldeias, mulheres grávidas, doentes crônicos, crianças de 6 meses a dois anos,  adultos entre 20 e 39 anos e pessoas acima de 60 anos, com doenças crônicas graves ou com o sistema imunológico debilitado.

Na edição anterior do STOP (fevereiro 2010) publicamos que  a vacina contra gripe suína foi rejeitada pelos europeus,  e a própria OMS está sob suspeita em países do Velho Continente,  onde Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa critica abertamente a instituição, acusando-a de ter decretado uma falsa pandemia, que favorece os laboratórios multinacionais; neste artigo mostramos que tem havido casos de morte (até de fetos) e sintomas graves após aplicação dessa vacina, que pode causar ainda uma síndrome neurológica rara, capaz de levar à morte.

Para melhor conhecimento dos leitores, postamos no site www.stop.org.br (link STOP Denúncia) os seguintes artigos: “Farmacêuticas são acusadas de alarmar governos para vender vacinas e remédios contra a gripe suína”, “Cientistas  questionam validade da vacina contra gripe suína”, “Vacina contra gripe suína pode causar doença rara”, “Freira (médica) beneditina faz campanha contra a vacina da gripe H1N1”, “Por que somos obrigados por lei a sermos vacinados?”. Postamos ainda uma lista intitulada “Alguns sites e outros documentos com informações científicas contra o uso de vacinas”, contendo 64 websites em inglês, 9 em português, 14 em espanhol, 2 em francês, 7 em sueco, 11 em finlandês, 1 em italiano, 15 em alemão; contém ainda cinco sites que instruem “Como resolver o assunto da obrigatoriedade das vacinas para as crianças nas escolas” – isenção que pode ser conseguida por motivos religiosos, por exemplo; o endereço de 6 ONGS contrárias às vacinas, 74 livros que se opõem à vacinação, bem como uma lista de 8 recentes artigos científicos defendendo a vacinação.

2) Doenças causadas pelas vacinas

Desde muitos anos atrás está cientificamente demonstrado que as vacinas não só não previnem as doenças, mas elas mesmas podem causar as enfermidades que supostamente deveriam prevenir; por exemplo, a vacina Sabin causa a maior parte dos casos de paralisia infantil, segundo admite John Salk, o qual primeiramente a desenvolveu.

Além disso, não há prova convincente alguma que as vacinas tenham feito diminuir ou erradicar moléstias; estatísticas mundiais mostram que todas as doenças, cuja extinção ou diminuição de incidência é atribuída às vacinas, já vinham declinando naturalmente, havia anos; a introdução da vacina não alterou o ritmo da queda para baixo, que se deveu a melhores condições de vida da população, sobretudo  na primeira metade do século XX.

Alterações Neuropsíquicas

Entre as doenças atribuídas às vacinas (moléstias iatrogênicas) estão as alterações neuropsíquicas, que são as maiores consequências;  no caso das crianças, retardam seu desenvolvimento (elas não falam, não caminham normalmente), ou apresentam deficiência de atenção, hiperatividade, autismo  (cuja incidência vem aumentando assustadoramente desde que teve início a vacina tríplice (coqueluche, tétano e difteria), problema  atribuído ao timerosal (mercúrio) utilizado como adjuvante). Aqui é bom lembrar que em 1943 começam casos de autismo; desde aquela época cientistas ligam isso ao mercúrio das vacinas – há 70 anos portanto. Também pode haver: morte súbita de berço, choro incontrolável (há bebês que morrem de tanto chorar continuamente, sem conseguirem parar); esquizofrenia, paralisia cerebral, alterações do sistema imunológico, epilepsia, dislexia, alterações imunológicas, aumento da violência juvenil, crimes e suicídios.

Síndrome de Guillain-Barré

A  vacina da gripe suína pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome de Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte, alertou o Governo britânico,  através da Agência de Proteção da Saúde (Health Protection Agency) em carta confidencial aos neurologistas  do país (fato noticiado pelo Correio da Manhã (Portugal), dia 17 de setembro de 2009, com o título “Vacina da gripe A pode ser fatal”.[1]

O Ministério da Saúde do Brasil admitiu em nota  que “no Brasil, a possibilidade de ocorrência da síndrome em virtude da vacina, ainda que esta seja rara, será monitorada em parceria com as secretarias estaduais e municipais”; o médico Osvaldo Nascimento, professor de Neurologia da Universidade Fluminense, disse que a ocorrência da síndrome está associada a algumas vacinas; e que recebeu comunicado da Academia Americana de Neurologia alertando para o possível aumento dos casos da síndrome devido à vacinação contra a gripe suína”. [2]

Suíça: Mortes e Efeitos Graves

Na Suíça, cinco das sete pessoas mortas em decorrência da gripe suína, morreram depois de terem sido vacinadas; também foi registrada  a morte de dois fetos no útero após suas mães receberem a vacina;  em pouco mais de um mês de campanha de  vacinação, foram detectados 197 casos de efeitos secundários da vacina:  44  casos de “uma reação grave e conhecida”, prevista na bula do remédio;  28 casos de “efeitos secundários com reação grave e desconhecida”, entre elas cinco perdas de consciência após a vacinação e um caso de convulsões. A metade dos 197casos, segundo a Swissmedic, “não é atribuível à vacina” (o que significa que a outra metade…o é, ou pode ser…).[3]

França: Governo Recua

Na França, o governo francês cancelou em janeiro a encomenda de 50 milhões de doses de vacinas contra a gripe A,  no valor de 712 milhões de euros, anunciou  a ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, à rede de televisão TF1, porque o  governo francês enfrentou uma onda de críticas relacionadas à compra de vacinas , o que motivou, inclusive, uma demanda de investigação parlamentar.[4]

Perigo do Alumínio: miofascite macrofágica

Na verdade, há décadas, renomados cientistas advertem para os perigos crescentes desses produtos. O dr. Marc Vercoutère, no artigo “O alumínio contido nas vacinas provoca doenças graves”[5] afirma o seguinte: “Considerado um adjuvante que estimula a resposta imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas habitualmente usadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a poliomielite e as hepatites A e B. Uma patologia emergente, prejudicial, que não pára de crescer – a miofascite macrofágica, possivelmente desencadeada por vacinas contendo hidróxido de alumínio – foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do hospital Henri-Mondor de Cretéil.

“Recém-nascidos recebem: 20 vezes a dose tóxica de alumínio”

Sobre o mesmo assunto, Philipe Champagne, no artigo “A respeito das vacinas[6] afirma: “O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismo. Estudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio (…) Cada inoculação representa  mais de 20 vezes a dose tóxica! Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam. Um médico responsável por um centro de saúde, (…) consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.”

Corrupção no Ministério da Saúde

Mais adiante, Philipe Champagne afirma: “a famosa vacina contra a hepatite B, tão aconselhada nas escolas francesas, e até obrigatória em alguns estabelecimentos, foi decidida por um ministro da saúde pressionado pelos laboratórios Mérieux, que havia fabricado 2 milhões de doses para um país africano, que tinha recebido da OMS a recomendação de vacinar em massa sua população. O país em questão havia feito o pedido ao laboratório francês sem saber que teria de pagar pelas vacinas. Diante da conta, cancelou o pedido e a Mérieux se viu com um excesso de produto, o que punha em risco sua saúde financeira. O ministro determinou a vacinação para salvar a Mérieux” .

Morte súbita

O dr. Robert S. Mendelsonh, famoso pediatra norte-americano (1926-1988), crítico da prática pediátrica, da obstetrícia ortodoxa, da vacinação, da fluoretação da água e da medicina em geral,  afirmou o seguinte: “Minha suspeita, compartilhada por outros da minha profissão, é que os cerca de 10 mil óbitos por Síndrome de Morte Súbita Infantil (SIDS) nos EUA por ano estão relacionadas a um ou mais efeitos das vacinas que são dadas rotineiramente às crianças”. Mais à frente, disse o seguinte: “Se eu fosse seguir minhas mais profundas convicções eu instaria você a rejeitar toda a vacinação para suas crianças”. As frases constam de seu artigo: “A bomba-relógio médica da imunização contra as doenças – A maior ameaça das doenças da infância está nos perigosos e ineficientes esforços para preveni-las.).[7] Dr. Mendelsohn lecionou na Northwestern University Medical College e na University of Illinois College of Medicine e foi presidente da National Helth Federation (NHF); escreveu 3 livros: Confessions of a Medical Heretic (Confissões de um médico herético, 1980);Male Practice: How Doctors Manipulate Women (Má prática (do macho): como os médicos manipulam as mulheres, 1982); e How to Raise a Healthy Child in Spite of Your Doctor (Como criar uma criança saudável apesar do seu médico, 1987).

“Eu instaria você a rejeitar toda vacinação para suas crianças”

Segundo Mendelsohn, “Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas simplesmente não é verdade”. E acrescenta:  “Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como pré-requisito para matriculá-los na escola”.

Segundo ele, “não há nenhuma evidência científica de que as vacinações em massa tenham eliminado qualquer doença infantil” e “a Sabin continua sendo ministrada a crianças, apesar de o dr. Jonas Salk, desenvolvedor da primeira vacina, ter dito que ela (a vacina) é agora a causa da maior parte dos casos de pólio que aparecem; os médicos consistentemente repetem seus erros.”

Indaga o renomado pediatra: “Por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo) ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é conseqüência da vacina Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação.”

EUA: Processos contra laboratórios e médicos

A seguir, dr. Mendelsohn cita o exemplo do que estão fazendo nos Estados Unidos, sugerindo que o mesmo deveria ser feito em outros países: “Um número cada vez maior de pais estão deixando de vacinar seus filhos e enfrentando as consequências legais. Pais, cujos filhos foram permanentemente lesados por vacinas, não aceitam mais esse fato como destino e estão entrando com processos contra os fabricantes das vacinas e os médicos que as aplicaram. Alguns fabricantes pararam de fabricá-las e outros estão, a cada ano, ampliando a lista de contraindicações ao seu uso”.

Coleman: “Doenças Raras Serão Cada Vez Mais Comuns”

Dr. Vernon Coleman, famoso médico inglês autor dos mais populares livros sobre medicina na Grã-Bretanha, publicou o seguinte livro: “How to stop your doctor kiling you” (Como impedir seu médico de matá-lo). “Acredito firmemente que se o programa de vacinação continuar – e se for ampliado – veremos muitas doenças novas. Acredito, também, que doenças raras há uma ou duas gerações serão cada vez mais comuns. Os efeitos colaterais imediatos são preocupantes. Alguns são graves (como os danos cerebrais), outros mais leves. Que novas cepas de doenças estamos introduzindo ao usar vacinas de forma tão imprudente?”[8]

3) Por que continuam vacinando?

Cinqüenta anos atrás, as crianças recebiam, no máximo, 2 ou 3 vacinas; em 1989, nos EUA cada criança recebia 11 vacinas até os 15 anos de idade; em 1999, passou a receber 22 vacinas, e em 2009, 35 vacinas! O que todas essas substâncias vão gerar nessas crianças e adolescentes, perguntam-se alarmados, alguns cientistas honestos por esse mundo afora.

Estudos científicos de diversas partes do mundo mostram que após a introdução da vacinação massiva em diversos países a decadência na saúde desse público infanto-juvenil é notória; os problemas neurológicos crescem a velocidade alarmante, assim como distúrbios e comportamento. Antes as crianças tinham sarampo, catapora, cachumba, tosse comprida e outras doenças comuns da infância, que eram até boas para elas desenvolverem o sistema imunológico. Hoje, além de terem essas mesmas doenças – `{as vezes causadas pelas próprias vacinas} – ainda apresentam autismo, retardo no desenvolvimento etc.

O sistema imune amadurece naturalmente nos 15 primeiros anos de vida , com o que a criança come, bebe, respira e, sobretudo, com as suas emoções; as doenças da infância auxiliam sobremaneira no amadurecimento da imunologia; portanto, constitui um evidente contrassenso estimular fortemente o sistema imunológico com vacinas.

Então, por que as vacinas continuam a ser aplicadas? Aqui, segundo vários pesquisadores e políticos, como Robert Kennedy Jr.,  entram os lobbies dos interesses econômicos dos grandes laboratórios, que têm lucros astronômicos com as vendas de milhões de doses de vacinas para pessoas saudáveis, feitas aos países de uma só vez.

4) Como evitar legalmente as vacinas

Como vimos neste artigo, muitos médicos escapam ilegalmente de ser vacinados fornecendo atestados falsos de vacinação a suas famílias e amigos próximos, embora vacinem a população; na Alemanha, outra irregularidade,  foram elaboradas duas vacinas diferentes: uma sem adjuvantes para os políticos e militares, e outra, normal, para a população (fato que gerou enorme escândalo em toda Europa ).

Para o cidadão comum, que deseja evitar consciente e legalmente a vacinação, em cada país existe uma lei do consentimento informado. As pessoas têm o direito de ser informadas detalhadamente dos riscos, dos efeitos colaterais, de ver a bula etc. e têm o direito de decidir sobre sua saúde, após saber os prós e os contras. Embora haja pressões, ninguém pode ser forçado a se vacinar por uma empresa (sob ameaça de ser mandado embora), ou por uma escola (sob ameaça de ser desligado do corpo docente ou discente); assim também, embora seja praxe não se poderia impedir de matricular uma criança na escola pública apenas porque seus pais decidiram, por motivo de convicção íntima,  não vaciná-la; especialistas recomendam que um advogado seja consultado nestes casos para impor o direito do cidadão.

5) Alternativas para estimular o nosso sistema imunológico
por Roberto Giraldo, extrato do livro “Como Prevenir e Curar a Gripe Suína e Qualquer Outra Doença, Usando o Nosso Médico Interior” www.editoraproton.com.br

As pessoas em bom estado de saúde, equilibradas psíquica, mental e espiritualmente, não podem ser atacadas por micróbio algum e nem pelo vírus da gripe suína. Insisto que esta é uma das leis fundamentais da infectologia. Desta forma, as autoridades sanitárias, em lugar de gerar pânico e terror como estão fazendo agora, deveriam utilizar os meios de comunicação para explicar detalhadamente as diferentes formas de estimular nossos mecanismos de defesa em geral e o sistema imunológico em particular.

A felicidade e alegria, enfim a satisfação pessoal são o melhor estimulante do sistema imunológico. Devemos, portanto, aproveitar os artistas, músicos, pintores, teatrólogos, escritores, dançarinas, cômicos, entre outros, para que com suas técnicas estimulem as emoções positivas e a espiritualidade das pessoas que moram nos lugares de uma possível epidemia de gripe suína ou de qualquer outra infecção. Desta forma, ninguém precisaria de máscaras cirúrgicas nem antibióticos. Todo contágio poderia ser neutralizado por sistemas sanitários saudáveis.

Os nutricionistas equilibrados poderiam explicar como uma dieta à base de frutas e verduras frescas é o ideal nas atuais circunstâncias. Como um dente de alho ao dia, junto com um pouco de suco de cenoura e limão, com propriedades antivirais, antioxidantes e imunoestimulantes, poderiam ser suficientes para lidar com o vírus da gripe suína e com qualquer outro micro-organismo potencialmente patogênico. ……..EDITADO

Também deveriam organizar conferências, seminários e mesas redondas nos meios de comunicação, com diferentes profissionais da saúde, psicanalistas (trilógicos) e terapeutas naturais, para ensinar técnicas simples às pessoas, a fim de tornarem seus sistemas imunes mais fortes e equilibrados.

As autoridades têm a obrigação de apoiar estas atividades para benefício das pessoas e da sociedade.

A suposta epidemia de gripe suína não é outra coisa senão uma atuação dos poderosos das finanças com intenções macabras sobre as massas indefesas. A verdadeira epidemia atual é a de não aceitarmos a realidade, é uma epidemia de alienação, é uma epidemia de delírio…

[1] http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF&contentid=5F602E2F-A73A-4C02-9C6A-9A81E38187BB

[2] http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4069737-EI238,00-Vacina+contra+gripe+suina+pode+causar+doenca+rara.html

[3] http://tvi.com.br/noticias/0,NOTICIAS,11,465,5428,CINCO+PESSOAS+MORREM+NA+SUICA+APOS+SEREM+VACINADAS+CONTRA+GRIPE+A,EX-3,00.html

[4] http://noticias.r7.com/saude/noticias/franca-cancela-encomenda-de-50-milhoes-de-vacinas-para-gripe-h1n1-20100104.html

[5] Fonte: Vous et votre témoignage santé nº 10 – junho de 2004    http://www.taps.org.br tag: vacinas

[6] Fonte: Des Clefs pour Vivre nº 49 – abril de 2004   http://www.taps.org.br

[7] Fonte: Revista Just Eat an Apple, nº 16, Primavera 2001    http://www.taps.org.br

[8] Fonte: Vernon Coleman’s Health Letter, vol. 5, nº 3, outubro 2000

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